
Saúde mental na sua língua, onde quer que você esteja
Atendimento online em português para brasileiros que vivem fora do Brasil. Dra. Iohana Marques, CRM-SP 255.630
Cuidar de si sem precisar traduzir
Falar sobre o que se sente é mais fácil na língua em que a gente sente. Mesmo quem domina outro idioma costuma perder nuances ao descrever emoções, lembranças e conflitos.
Ser atendido por alguém que conhece a sua cultura também faz diferença. Valores de família, jeito de se relacionar, expectativas sobre trabalho e sucesso: tudo isso entra na consulta naturalmente, sem precisar ser explicado do zero.
Morar fora também pesa
Mudar de país traz conquistas, mas também perdas: distância da família e dos amigos, outra língua no dia a dia, novas regras de trabalho, clima e rotina diferentes. Esse conjunto pode desencadear ou agravar quadros de sofrimento psíquico.
Muitas vezes, esse sofrimento passa despercebido por um bom tempo. É comum pensar que "é só a fase de adaptação", não ter a quem recorrer ou adiar a ajuda pela dificuldade de acesso ao sistema de saúde local. Alguns sinais merecem atenção:
Se você se reconhece nesses sinais, vale conversar com um profissional. Buscar ajuda cedo faz diferença.
Como fica a receita
A forma de acesso à medicação é individualizada, caso a caso. Cada país tem regras próprias, e uma receita brasileira em geral não é aceita nas farmácias de fora. O caminho mais comum é este:
Consulta online
Avaliamos juntos o seu momento e definimos o plano de tratamento.
Relatório em inglês
Você recebe um relatório médico que descreve o que foi avaliado e a conduta orientada, incluindo medicação e dose.
Receita pelo médico local
Com o relatório, o médico generalista (GP) do país onde você mora emite a receita.
Esse modelo é aceito em diversos países, justamente porque lá fora o acesso ao especialista costuma ser difícil ou demorado. Você segue o acompanhamento em português, e o médico local cuida da parte que depende das regras de lá.
Perguntas frequentes de quem vive fora
Sim. As consultas são online, em português, e os horários são combinados levando em conta o fuso horário de onde você está.
Em geral, não. Cada país tem regras próprias, e as farmácias de fora costumam não aceitar receitas emitidas no Brasil. Por isso, a forma de acesso à medicação é definida caso a caso.
O caminho mais comum é um relatório médico em inglês, que descreve o que foi avaliado e a conduta orientada. Com ele, o médico generalista (general practitioner, ou GP) do país onde você mora emite a receita. Esse modelo é aceito em diversos países, pela dificuldade de acesso ao especialista.
O que dizem as pacientes
38 avaliações no Google
K. M.
A Dra Iohana tem uma escuta maravilhosa, é acolhedora e atenciosa. Não impõe nenhuma conduta, ela explica pós e contras das intervenções, o que transforma uma prescrição em uma troca incrível. Além de tudo, é super acessível para dúvidas e intercorrências durante o tratamento. A melhor médica psiquiatra que já passei!
D.
Profissional humana, acolhedora e muito competente. Ouve com atenção, cuidado e empatia. Sou muito grata por todo o seu cuidado nos atendimentos.
C. Z.
A Dra. Iohana é extremamente atenciosa e acolhedora, todas as sessões duram pelo menos 1h pois ela realmente se preocupa em se atualizar sobre a sua vida e ouvir suas queixas. Recomendo!
T. M.
Dra. Iohana é ótima. Muito atenciosa e acolhedora! Quis saber de cada detalhe relevante da minha história, para uma análise mais precisa. Por mais profissionais assim.
K. P.
Amei o atendimento da Dra. Iohana, ela é muito atenciosa, sensível, tem muito conhecimento e nos deixa bem à vontade.
L. M.
Uma profissional extremamente competente e cuidadosa com os seus pacientes!
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