Em psiquiatria, o diagnóstico não deve reduzir a pessoa ao sintoma.
Minha abordagem diagnóstica é cuidadosa, progressiva e contextualizada. Ela considera não apenas os critérios formais dos manuais diagnósticos, mas o funcionamento emocional, os vínculos, o corpo, a história de vida e o momento existencial em que o sofrimento emerge.
Sempre que indicado, utilizo escalas e instrumentos diagnósticos validados, que auxiliam na organização clínica, na avaliação de gravidade e no acompanhamento da evolução ao longo do tempo.
O diagnóstico, quando bem construído, não é um rótulo fixo, mas uma hipótese clínica em diálogo contínuo com a experiência do paciente.

